quarta-feira, 27 de março de 2013

Aprendendo conhecer nossas crianças e adolescentes


Cartilha para todos ensinantes e aprendentes

Para pensar novas ideias temos que desarmar nossas ideias feitas e misturar as peças, assim como um tipógrafo ver-se-á obrigado a desarmar os clichês, se deseja imprimir um texto num novo idioma.

(Alicia Fernández).


 

P

recisamos aprender a desarmar nossos clichês da rigidez para perceber o porquê não mudamos ou não desejamos mudar para aprender coisas novas.

Acredito que esta cartilha permitirá a todos os ensinantes e aos aprendentes refletir sobre o que considero e espero contribuir na educação de nossos filhos.

Quem educa goza para si o desfrute de uma grande responsabilidade.



 


 


 


 


 


 


No gráfico acima o sujeito esta envolvido pela: cultura, sociedade, família nuclear, escolas e seus equivalentes, Família: avós, tia outros. Econômica e política.


 

Para podermos chegar a uma avaliação ou conclusão de diversas patologias estruturadas no aprender (sintoma-inibição – transtorno de aprendizagem, hiperatividade, dependência química, ansiedade, depressão, medo, angústia e outras psicopatias) somente através da relação com o sujeito e seu conhecimento.


 

Precisamos buscar responder a interrogações como:

  • Com que recurso o sujeito (indivíduo) conta para aprender?
  • Que papel foi lhe dado pelos seus educadores (pai, mãe, tio outros) em relação ao aprender?
  • Como foi o aprendizado dos seus pais biológicos e não biológicos?
  • Que posição tem esse sujeito ao secreto, ao não dito e oculto?
  • Que função tem o não aprender para ele e para o seu grupo conforme o circulo colorido na 1ª página anterior.
  • Qual seu modo de aprender?
  • Qual o papel da escola e seus equivalentes, frente ao aprender do sujeito?

    Para aprender o ser humano deve pôr em jogo:


     

  • Seu organismo (saudável ou não).
  • Seu corpo físico bem construído.
  • Sua inteligência autoconstruída (compreender, entender).
  • O desejo, que é o desejo, desejo sempre do outro em ensinar numa situação visceral, vincular e social.


     


     

    Caracterização do sujeito problema, denominado desajustado ou difícil, apresenta um ou diversos comportamentos abaixo:



     


     


     


     


     


     


     


     


     

    Acreditamos que 90% dos casos tem sua origem no lar como:

  1. Desajustamento da vida familiar;
  2. Desajustamento da saúde física e alimentação;
  3. Desajustamentos da saúde mental;
  4. Desajustamento da vida social.
  5. Desentendimento entre os pais;
  6. Falta de afeto dos pais para com os filhos;
  7. Separação entre os pais (o perigo do divórcio, mesmo sendo "aceito e globalizado");
  8. Sentimentos de insegurança diante da vida financeira dos pais biológicos ou não biológicos;
  9. Comparação desfavorável feita pelo sujeito entre os pais e outros membros da família ou seus semelhantes;
  10. Incapacidade do sujeito em atingir o nível de esperanças e aspirações da família a seu respeito.
  11. Crianças expostas à subnutrição materna e lesões diversas;
  12. Assim como álcool, fumo e outras toxinas (na gestação ou não) são mais propensos a evidenciar danos cerebrais, defeitos provenientes do parto, problemas de aprendizado e comportamento antissocial;
  13. Complicações de partos, prematuridade e danos pós-natais tais como envenenamento devido a presença de resíduos de chumbo em tinta velha, traumas na cabeça, infecções e febres recorrentes;
  14. Paternidade negligente, lar desfeito, pai delinquente, padrasto ou pai delinquente;
  15. Mães cujas escolhas irresponsáveis, pouco discernimento;
  16. Brinquedos como armas e violentos;


     



     

    A psicopatia é classificada pelos psiquiátricos como distúrbio de caráter ou de personalidade, a psicopatia não implica em perda da razão, depressão, agitação ou ansiedade. Os psicopatas são lúcidos e livres de angústia, dúvidas íntimas ou tormentos neuróticos.

    Ex.: Quantas vezes ouvimos após uma trágica ocorrência comentários como "Mas ele (a) era tão sossegado"


     


     


     

    Os psicopatas aparentam muita calma fora do comum.

    Jonathan Kellerman escritor do livro Filhos Selvagens: reflexões sobre crianças violentas, editora Rocco, 2002. As explicações incluem:

    1. Sanitização e dessensibilizaçãodepois de repetida exposição – depois de repetida exposição à violência as crianças se acostumam a presenciar crueldade e lesões corporais e se tornam menos relutantes a empregá-las;
    2. Identificaçãoas crianças imitam tudo o que vêem na tela;
    3. Incitação as crianças são estimuladas perniciosamente pela violência na mídia e a veem como algo emocionante a ser experimentado, e
    4. Reforço positivoas crianças aprendem pela televisão e pelo cinema que a violência é recompensada.


       

    Você deseja acolher e se aproximar dos seus filhos (as)?
    Passe a caminhar com eles, jogar bola, brincar muito, conversar e discriminar o verdadeiro sentido da masculinidade e feminilidade. Conciliar os conflitos com amor e gentileza, assim evitar a violência e agressão física.


     


     


     

    Cartilha informativa e educativa

    B

    ebês e seu futuro nas mãos dos educadores diretos ou indiretos.

    De acordo com o médico pediatra Marcelo Reibscheid do Hospital São Luiz, em São Paulo, os estímulos no primeiro ano de vida são fundamentais para o seu bebê.

    As atividades lúdicas auxiliam na coordenação motora para construção das múltiplas inteligências que contribuem para o desenvolvimento cognitivo.


     

    A Associação Americana de Pediatria não recomenda:

  • Programas televisivos são "hipnóticos"
  • O outra mídia qualquer para crianças com menos de 2 anos de idade ou DVDs "educativo".
  • Os brinquedos devem ser certificados pelo Inmetro para idade certa do bebê.


     

Dica para estimular a criatividade e imaginação do bebê:

  • Contar história, mesmo que o bebê não compreenda na sua percepção.
  • Colocar colchonete no chão para o bebê aprender melhor movimentar-se.
  • Ao começar no berço, desde o primeiro dias, o bebê vai desenvolver a intimidade com o mundo das letrinhas e educação.
  • O bebê vai crescendo e desenvolvendo a necessidade de TER e SER com as palavras e aprende ser bom ouvinte e praticante.
  • Evite falar palavras como: "pepetinha" entre outras.
  • Evite ser dependente "viciado" em chupeta, paninho etc. para acalmar o bebê, pois na realidade o "vício" é seu para acalmar você. (não é uma norma).


     

    Como brincar com o bebê:


     



     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     

    1º mês: (fique sempre perto do bebê)

  • Balançar chocalhos ou objetos com barulhos com movimentos calmos e acalentadores.
  • Ajudar o bebê colocar os pés e as mãos na boca (não para vício, estimulando a coordenação motora espacial e reconhecimento do seu corpinho).
  • Colocar objetos bem macios e coloridos cerca de 20 cm da criança.
  • Movimentar os objetos quando seu bebê estiver no colo ou deitado.


     

    2º mês (fique sempre perto do bebê)

  • Pendurar no berço objetos coloridos que façam barulhos.
  • Cantar, conversar, brincar e movimentar objetos para o bebê.
  • Colocar o bebê de bruços, colocando brinquedos coloridos em ambos os lados.


     

    3º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Utilizar mobílie
  • Colocar brinquedos ao alcance das mãos.
  • Manter o bebê de barriga para baixo, para ele brincar.


     


     


     


     


     

    4º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Movimentar o bebê para frente e para trás. Com muita delicadeza, enquanto ele estiver sentado.
  • Estimular o bebê a rolar em superfícies planas e seguras.
  • Brincar de esconder o rosto com uma fralda ou esconder brinquedos para observar se ele procura.
  • Oferecer o mordedor.


     

    5º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Oferecer ao bebê diversas caixas e cubos coloridos.
  • Estimular bater palmas, cantar e conversar.
  • Segurar o bebê pelas axilas e coloca-los de pé por períodos curtos, estimulando a psicomotricidade.


     

    6º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Colocar o bebê na frente do espelho e fazer brincadeiras de aparecer e desaparecer. (você pode utilizar essas técnicas nos meses anteriores).
  • Brincar de esconder o brinquedo fora do alcance da criança e estimular a procurar ou "alcançar" o brinquedo.
  • Sentar o bebe com leve apoio.


     

    7º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • No momento da brincadeira, pedir para ele dar um brinquedo a alguém.
  • Fazer caretas para o bebê imitar
  • Durante as refeições, deixar que ele coma sozinho alguns alimentos com as mãos. (não se importe com a sujeira). Depois você limpa o local. (somente no principio como brincadeira). Com passar dos meses você ensina educação-higiene


     

    8º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Incentivar se arrastar e colocar o brinquedo perto dele. Tem relação entre o pensamento e a ação, envolvendo a emoção e funções da inteligência. Desenvolver a percepções sensoriais e do corpo.
  • Oferecer brinquedos que façam barulhos.
  • Brincar de imitar sons e movimentos.


     

    9º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Deixar o bebê no chão para que se arraste e engatinhe (ou ande). Interação com o corpo e o meio. Reconhecimento das possibilidades corporais.
  • Ajudar o bebê a colocar tampas em potinhos.
  • Oferecer ao bebê objetos de texturas diferentes.


     

    10º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Estimular o bebê engatinhar por toda casa.
  • Ensinar movimentos como tchau, sim, não e vem.
  • Explicar o significado dos nomes como cadeira, mesa, cama etc.
  • Perguntar por pessoas e objetos para que ele aponte ou balbucie. (existem bebês que já fazem isso).


     


     

    11º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Colocar o bebe junto aos sofás, mesas baixas e camas para que ele se apoie e andar em volta.
  • Dar carrinho grande para que ele ou ela empurre para o desenvolvimento psicomotor.
  • Dar potinhos ou caixinhas para empilhar.
  • Na refeição oferecer colher.


     

    12º mês: (fique sempre perto do bebe)

  • Oferecer potes grandes com brinquedos dentro e com tampa de rosca para tentar abrir.
  • Dar papel, jornal e revista.
  • Oferecer giz de cera para rabisco.
  • Mostrar livros e sempre contanto histórias. Lembre-se em todos os meses e anos de vida.


     



     


     


     


     

    • Não compre e não coloque seu bebê no andador.
    • Não compre e não coloque seu filho no cercadinho, nem o bebê e seu animal foi feito para viverem restritos. Cercadinho não desenvolve a coordenação motora e as múltiplas inteligências.
    • Quem coloca sua criança no cercadinho é para não perturbar a vida do próprio adulto. O ser humano precisa de liberdade para ser criativo. Se cercado fosse educativo, os delinquentes carcerários ao serem libertado seriam educados.



     

    Papai ou mamãe, vocês sabiam que os educadores por muitas vezes são os primeiro a perceber a dificuldade do aprendizado do seu filho, a violência e a hiperatividade.


     

    São os melhores informantes da dificuldade e do transtorno.


     

    Podem fazer avaliações sistematicamente, ajudando para eficácia do tratamento.


     

    Fale com o Professor, peça orientação e encaminhamento para o profissional psicopedagogo ou uma avaliação com equipe multidisciplinar. Assim todos caminharam para construção do conhecimento


     


     


     


     

    Kátia Barbosa Rumbelsperger

    CRPA 07909/09-RJ

    CNPJ – 14.032.217/0001-98


     

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